Em meio a tanta bagunça, em meio a tanto lixo na calçada, em meio a tantas pessoas assustadas, vazias e despedaçadas, eu encontrei você.
Na loucura da cidade grande, na pressa constante, na minha caminhada errante, eu encontrei você.
Na minha nostalgia, na minha alma fria, nas minhas manias, eu encontrei você.
Sim, nos meus versos que rimam, eu encontrei você.
Porque eu te vejo em tudo.
Até quando eu encaro o espelho, são os seus olhos que brilham para mim.
Ninguém sabe, meu bem. Ninguém sabe quantas vezes eu pedi que você chegasse e mandasse para longe essa saudade que não sai de mim. Ninguém nunca soube o porquê de tanta espera, mas eu sempre soube que ela não era em vão.
Porque era você e mais ninguém.
É o seu coração que encaixa direitinho no meu.
Na loucura da cidade grande, na pressa constante, na minha caminhada errante, eu encontrei você.
Na minha nostalgia, na minha alma fria, nas minhas manias, eu encontrei você.
Sim, nos meus versos que rimam, eu encontrei você.
Porque eu te vejo em tudo.
Até quando eu encaro o espelho, são os seus olhos que brilham para mim.
Ninguém sabe, meu bem. Ninguém sabe quantas vezes eu pedi que você chegasse e mandasse para longe essa saudade que não sai de mim. Ninguém nunca soube o porquê de tanta espera, mas eu sempre soube que ela não era em vão.
Porque era você e mais ninguém.
É o seu coração que encaixa direitinho no meu.
— Tassara Carneiro, Descuidada (via descuidada)